quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Amor e entendimento.

A realidade e a perfeição são as mesmas coisas(Spinoza,B. - Ética, parte 2, definição 6) .Atingir a realidade é obter o mais puro entendimento sobre ela. Já que o amor decorre da mais forte e atrativa realidade, o amor e o entendimento mais puro são a mesma coisa, ou decorrem um do outro.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Prólogo - Sinaístes e Sofia

Sinaístes - Tens em mente tal situação?

Sofia - Qual ? Tal encontro ?

Sinaístes - De vias exatas não concebes nada mais do que eu, por vias prováveis , de cujo fatalismo ocorrese... decorrese necessariamente.

Sofia - Mas ...?

Sinaístes - Que diferença és ? Concebe - te segundo tal comunhão, não tampouco a esta0 devida união, como tua verdade inevitável e não mais recente que o futuro, assim como vemos percebe-te.

Sofia - Hmm , mas ...?

Sinaístes - Concebes naturalmente e assim és, porque tu decifras humanamente a linguagem do que és capaz, porque tudo que é capaz é!
Esta naturalidade intercepta-se com teu usual influente, mas não é que peque por originalidade humana, na verdade à este humilde ulterior tu és lucente, da qual o simplório adão em que vês nenhuma crença, senão em ti costela, equivalente à unidade. Mensurável apenas por continuidade nascimento - morte, e qual é isso senão nossas paixões ? É algo além da nossa vontade, ou como queiras doce... entendimento.

Sofia - Te faz agrado, como disseste, aquele meu eu... ?

Sinaístes - Que naturalidade obscena !... obtens de sua existência (de qualquer forma...) . Que já fala, e concebe claramente minha anterioridade ?... sempre sob teu ato de agir. E achas que isto me intorpece ! ... menos que as minhas, as suas, as nossas fantasias ? sim ! são reais e bem sei, conheço o tempo, ele se mostra através de uma infinidade de atuais(entendimentos...), continuamente citando nossa vontade. Que te calhe esta minha imagem a tu à tua vontade, e que nossa unidade seja eterna...

Sofia - ...

Sinaístes- Sabias que és quadrada ? Poligonal ? E assim vai até que se tornas circular ! e não vês que neste conjunto sou eu centro... ? aggelikós... amén, me ame;dontras porque : tal singular ocorrerá se fizermos o infinito e a partir de então partilharemos, com axiomas, tua inerente perfeição.

E assim foi Sinaístes e Sofia pelas margens de um certo elysion, a beira de uma casa de valores, como se debochasse de mim !... mas que nada há em ato que não maximize certos atributos quais já concebi!... Mas outros chamam de alegria, alguns concebem por felicidade, segundo é intuitivamente feito, pensar-me-ão, desta maneira, equivalentemente . Enfim, é um belo casal de qualquer forma.


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Sobre os nomes dos personagens - Demorou muito para definir os nomes, pois se tratam de duas pessoas de representatividades impar natureza. Uma delas é qual eu bem sei da vontade. A outra é uma que, a crença contrariada, me derrubaria algumas concepções.

Sinaístes : Sin = pecado, do inglês antigo synn (http://www.bartleby.com/61/14/S0421400.html). Agrega o sentido do grego : Sýn = juntamente + Aísthesis = Sensação, em português sinestesia(http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx ). Ou seja, juntamente com a sensação do pecado.
Sofia := A sabedoria, ou ainda, segundo o gnosticismo, a criadora do Demiurgo.
Demiurgo é por fim aquele criador do mundo físico, do grego demiourgos , pode significar artesão, demos = povo comum + ergos = trabalhador. Aconteceu que Sofia emanou-se sem o seu par masculino(Cristo) , dando origem ao Demiurgo. (http://en.wikipedia.org/wiki/Sophia_(Gnosticism)#In_Gnosticism).

(Na explicação acima uso = pra etimologia histórica e : para significações minhas, := é então definição, tanto minha como histórica).

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O grande brincalhão

Achas então, que com todo esse tempo que dá, por causa justamente deste, não conseguiremos chegar ao procurado ?
Deu a natureza, permite que essa crie o que te admite, mesmo assim acha que naturalmente as amarras são intransponíveis?
Deixa então, logo tua permissão também mostrará que somos efeitos, efeitos capazes da obtenção de sua causa não existente.


Humanamente, o eu.

sábado, 9 de agosto de 2008

Eu entendo como.

Antes de mais nada, na reabertura desse blog, devo propor-me o assentamento de conceitos em pisos firmes, que eu diria inabaláveis, para compromissar-me com a pluralidade humana. Ainda mais que se mostrarem que eu estou errado, não hesitarei em retornar e tentarei reformular para que, eu mesmo, saiba sobre o que digo(isto é, reconhecer o que mais há de verdadeiro).

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Defino como entendimento, tudo que se torna tão imediato quanto para o conhecimento quanto uma intuição, e por intuição tudo aquilo que a natureza da sua essência causa existência.

(ex: Penso logo existo.)

Apêndice
-De definição.
Por definição, tudo que vem de essencial à respeito de um objeto para a psique(conhecimento) humana.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

O Culto à Estética

O Culto à Estética

Explícita é minha não preocupação à imagem pública, creio no culto moderado à estética, isso com uma visão utilitarista e artística desta filosofia da forma. Não há sentimentos cabíveis por aqueles, cuja a luz já tenham avistado, agora não possam mais ver segundo essa escuridão, e à forma perderam a noção do valor estético da vida, além de, pela penumbra, calcarem opiniões sobre a figura que, aos seus olhos aturdidos, parece desfocada dos reais ideais vislumbrados à luz das bem-aventuradas vivências.