terça-feira, 28 de outubro de 2008

Prólogo - Sinaístes e Sofia

Sinaístes - Tens em mente tal situação?

Sofia - Qual ? Tal encontro ?

Sinaístes - De vias exatas não concebes nada mais do que eu, por vias prováveis , de cujo fatalismo ocorrese... decorrese necessariamente.

Sofia - Mas ...?

Sinaístes - Que diferença és ? Concebe - te segundo tal comunhão, não tampouco a esta0 devida união, como tua verdade inevitável e não mais recente que o futuro, assim como vemos percebe-te.

Sofia - Hmm , mas ...?

Sinaístes - Concebes naturalmente e assim és, porque tu decifras humanamente a linguagem do que és capaz, porque tudo que é capaz é!
Esta naturalidade intercepta-se com teu usual influente, mas não é que peque por originalidade humana, na verdade à este humilde ulterior tu és lucente, da qual o simplório adão em que vês nenhuma crença, senão em ti costela, equivalente à unidade. Mensurável apenas por continuidade nascimento - morte, e qual é isso senão nossas paixões ? É algo além da nossa vontade, ou como queiras doce... entendimento.

Sofia - Te faz agrado, como disseste, aquele meu eu... ?

Sinaístes - Que naturalidade obscena !... obtens de sua existência (de qualquer forma...) . Que já fala, e concebe claramente minha anterioridade ?... sempre sob teu ato de agir. E achas que isto me intorpece ! ... menos que as minhas, as suas, as nossas fantasias ? sim ! são reais e bem sei, conheço o tempo, ele se mostra através de uma infinidade de atuais(entendimentos...), continuamente citando nossa vontade. Que te calhe esta minha imagem a tu à tua vontade, e que nossa unidade seja eterna...

Sofia - ...

Sinaístes- Sabias que és quadrada ? Poligonal ? E assim vai até que se tornas circular ! e não vês que neste conjunto sou eu centro... ? aggelikós... amén, me ame;dontras porque : tal singular ocorrerá se fizermos o infinito e a partir de então partilharemos, com axiomas, tua inerente perfeição.

E assim foi Sinaístes e Sofia pelas margens de um certo elysion, a beira de uma casa de valores, como se debochasse de mim !... mas que nada há em ato que não maximize certos atributos quais já concebi!... Mas outros chamam de alegria, alguns concebem por felicidade, segundo é intuitivamente feito, pensar-me-ão, desta maneira, equivalentemente . Enfim, é um belo casal de qualquer forma.


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Sobre os nomes dos personagens - Demorou muito para definir os nomes, pois se tratam de duas pessoas de representatividades impar natureza. Uma delas é qual eu bem sei da vontade. A outra é uma que, a crença contrariada, me derrubaria algumas concepções.

Sinaístes : Sin = pecado, do inglês antigo synn (http://www.bartleby.com/61/14/S0421400.html). Agrega o sentido do grego : Sýn = juntamente + Aísthesis = Sensação, em português sinestesia(http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx ). Ou seja, juntamente com a sensação do pecado.
Sofia := A sabedoria, ou ainda, segundo o gnosticismo, a criadora do Demiurgo.
Demiurgo é por fim aquele criador do mundo físico, do grego demiourgos , pode significar artesão, demos = povo comum + ergos = trabalhador. Aconteceu que Sofia emanou-se sem o seu par masculino(Cristo) , dando origem ao Demiurgo. (http://en.wikipedia.org/wiki/Sophia_(Gnosticism)#In_Gnosticism).

(Na explicação acima uso = pra etimologia histórica e : para significações minhas, := é então definição, tanto minha como histórica).